CICLISMO e CICLOATIVISMO
A DGE Corretora de Seguros apresenta seu servico de Seguro de Bicicletas - voce NAO VAI SE LIVRAR da famosa "ficha cadastral", mas a contratacao pode ser feita 100% on-line e isso e uma coisa otima.

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ROUBO E FURTO QUALIFICADO - protecao contra roubo e furto da bike, durante o uso ou enquanto guardada ou transportada.

ACIDENTES - cobre os custos de reparo ou reposicao em acidente coberto, enquando o Segurado pedala ou transporta a bike.

RESPONSABILIDADE CIVIL - cobertura garantira os danos causados a terceiros durante a vigencia da apolice.

COBERTURA EM TODO O TERRITORIO NACIONAL - protecao em todo o Brasil, alcancando os 26 estados mais o Distrito Federal.

OUTROS PONTOS POSITIVOS A CONSIDERAR

- App Mobile, Central de Beneficios, Pontos Multiplos, Sala de Emergencia, Furto em Territorio Nacional, Danos Materiais a Terceiros, Danos Corporais a Terceiros, Acidente com veiculo transportador, Acidente enquanto pedala, Danos Parciais decorrente de acidente coberto, Pagameto com Cartao de Credito, Parcelamento sem juros, Cobre danos causados durante competicao.

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Governo estuda aumento do IPVA

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Mensagem por Admin Sab 2 Ago 2008 - 18:00

Governo estuda aumento do IPVA e pedágios urbanos para restringir uso de carros

As longas horas de engarrafamento nas grandes cidades estão impondo um custo altíssimo à economia do país. Estudo realizado pelo professor Marcos Cintra, vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutor pela Universidade de Harvard nos Estados Unidos, mostra que somente na cidade de São Paulo os prejuízos com o trânsito caótico chegarão a R$ 33,1 bilhões neste ano, valor quase três vezes maior do que os computados em 2000, de R$ 11,7 bilhões.

Diante da escalada dessas perdas e da ameaça de colapso no tráfego de veículos, o Ministério das Cidades encaminhou ao Congresso, sem alarde, um projeto de lei para definir as diretrizes do transporte urbano e inclui restrições ao uso de automóveis. A principal delas, a criação de pedágios nas áreas de maior tráfego, chamados de “taxas e tarifas sobre uso de infra-estrutura”.

O governo federal sabe que a medida é polêmica. Mas, para Fernando Antônio Carneiro Barbosa, diretor do Departamento de Regulação e Gestão da Secretaria de Transportes e da Mobilidade Urbana do Ministério da Cidades, chegou a hora de o tema ser debatido com a sociedade. “Mesmo sem saber, todo mundo está pagando a conta das longas horas de engarrafamento”, afirma. Para comprovar isso, basta, segundo o professor Marcos Cintra, levar em conta o peso econômico de São Paulo.

“A cidade responde por 12% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas do país. Esse peso econômico faz com que todo o custo enfrentado pelo setor produtivo, como o dos engarrafamentos, seja repassado para o restante do Brasil por meio dos preços de mercadorias e serviços”, explica o professor da FGV. “Estamos falando do combustível gasto a mais pelos caminhões que transportam as cargas e pelas horas perdidas no trânsito pelos trabalhadores que poderiam estar produzindo.”

Na avaliação de Fernando Barbosa, a cobrança de pedágio deve ser acompanhada de uma série de medidas para desestimular o uso de automóveis (veja quadro). Ele prega a disseminação de rodízios para carros particulares e defende a realização de campanhas maciças para o uso de bicicletas, com a devida construção de ciclovias. “Precisamos fazer uma revolução na mentalidade do brasileiro”, frisa. Barbosa está finalizando um manual de mais de 900 páginas que será distribuído a todos os municípios do país alertando sobre a urgência de se regular o trânsito e mostrando as experiências bem-sucedidas no mundo.

O ministro das Cidades, Márcio Fortes, é mais reticente. A seu ver, antes de se adotar medidas que onerem os usuários de automóveis, é possível reduzir os gravíssimos problemas do trânsito por meio da proibição de estacionamentos nas áreas centrais das cidades e da transformação de ruas em calçadões. Ele também vê saída na construção de vias expressas para transportes coletivos e na definição de horários específicos para a circulação de veículos de cargas e descargas. Outra medida importante é a mudança na lei de concessões municipais para transportes públicos. Quem acompanha de perto esse setor sabe que é dominado por máfias.


Fonte: Correio Braziliense - por Juliana Frazão Campos - 02/06/2008
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