CICLISMO e CICLOATIVISMO
A DGE Corretora de Seguros apresenta seu servico de Seguro de Bicicletas - voce NAO VAI SE LIVRAR da famosa "ficha cadastral", mas a contratacao pode ser feita 100% on-line e isso e uma coisa otima.

Veja em quais situacoes contar com a DGE Corretora de Seguros:

ROUBO E FURTO QUALIFICADO - protecao contra roubo e furto da bike, durante o uso ou enquanto guardada ou transportada.

ACIDENTES - cobre os custos de reparo ou reposicao em acidente coberto, enquando o Segurado pedala ou transporta a bike.

RESPONSABILIDADE CIVIL - cobertura garantira os danos causados a terceiros durante a vigencia da apolice.

COBERTURA EM TODO O TERRITORIO NACIONAL - protecao em todo o Brasil, alcancando os 26 estados mais o Distrito Federal.

OUTROS PONTOS POSITIVOS A CONSIDERAR

- App Mobile, Central de Beneficios, Pontos Multiplos, Sala de Emergencia, Furto em Territorio Nacional, Danos Materiais a Terceiros, Danos Corporais a Terceiros, Acidente com veiculo transportador, Acidente enquanto pedala, Danos Parciais decorrente de acidente coberto, Pagameto com Cartao de Credito, Parcelamento sem juros, Cobre danos causados durante competicao.

A FICHA CADASTRAL PARA SOLICITAR ORCAMENTO VOCE ACESSA NESTE LINK

https://sites.google.com/site/seguroparabikes/arquivos/Ficha%20Cadastral%20Bike.xlsx

PREENCHA A FICHA E MANDE PARA SEGURO@CICLISMO.ESP.BR
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A invasão!

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A invasão!

Mensagem por Admin em Ter 8 Mar 2011 - 1:12

Como eu tinha escrito issopara outros sites, na semana retrasada, resolvi esperar um pouco para publicar aqui também!


Ai ai ai ai, tá chegando a hora... Da invasão!

E não é ficção científica. Tem até data oficial para acontecer, todo ano.
Estamos mais uma vez às portas da festa de Momo (figura da mitologia grega), que era filho da Noite com a Alegria, e que de tanto aprontar no Olimpo acabou expulso por Zeus, sendo condenado a viver o resto de seus dias entre nós, meros mortais. Essa é a origem oficial da figura, e explica o por quê de se ter um “rei Momo” durante o carnaval. E é no carnaval que os meros mortais se transformam, durante alguns dias, em seres transbordantes de pura alegria e irreverência, exatamente como gostaria o Deus fora-da-casinha.

E a não ser que você seja um paralelepípedo, ou viva em Marte, ou faça como eu (1), você será indubitavelmente atacado por sambas-enredo, escolas de samba, “flashes ao vivo”, pelo Homem da Meia Noite, algum tipo qualquer de “rebolation” ou similar e, com uma lavagem cerebral dessas, talvez até encarne um Bloco do Eu Sozinho.

Essa é a invasão, e não adianta tentar resistir. O melhor é traçar um plano alternativo.

Quase não haverá lugar seguro para escapar da avalanche pré-anunciada de “informações” e da “cobertura do evento” e, creia-me, quando menos você esperar e achar que está a salvo, aparecerá alguém acometido de uma cara estranha, gingando desengonçadamente, e que vai tascar um “ô skindô, skindô” à queima roupa na sua cara, e achará estranhíssimo se você não “responder” de modo adequado. A culpa, é claro, será de Momo!

Lembram do quem não gosta de samba, bom sujeito não é?
Posso muito bem responder, citando Nelson Rodrigues, que “toda unanimidade é burra”.
Não estou ranzinzando, mas afinal de contas, o que
é o carnaval hoje em dia? Uma desculpa para entornar o caneco sem que ninguém pegue muito no pé? Mais um momento de fuga da vidinha mais-ou-menos? Só mais um feriadão?

O
fato é que tenho encontrado cada vez mais pessoas sem paciência para essa coisa toda de carnaval e com vontade de se isolar da balbúrdia e da enxurrada que a mídia (TV, jornal, revistas) nos jogará em cima. Me incluo nesse grupo. Mas será que isso é porque uma parcela significativa da população está ficando mais velha e chata? Ou será que foi o Carnaval que mudou?

Esse questionamento merece ser reconstruído: quantos de vocês já perceberam como (e quanto) o Carnaval foi modificado pela indústria do lazer?
Que tal Indústria do Carnaval? Soa melhor? Afinal, durante o carnaval há uma grande demanda de bens e serviços:

- Transportes (viagens de avião, de ônibus, de carro);
- Hotéis, pousadas, casas alugadas por diária, restaurantes;
- Bailes, desfiles, trios elétricos, bandas de clubes, blocos;
- Fantasias, máscaras, abadás (sabem quanto custa o do Chiclete com Banana?), e etc.;
- Ah sim, e comer e beber, claro, entre outras coisas;

Mas
tentem perceber quanto da espontaneidade pregada por Momo - diversão pura e simples – foi ficando de lado. Observem com um olhar um pouco mais detido e crítico: a cada ano o período de carnaval parece mais “over”, mais sobrecarregado e falso, mais cheio de artimanhas e pirotecnias, quando o que buscávamos eram simplesmente momentos descontraídos e alegres junto amigos e/ou familiares. Eu até acho que, romanticamente, havia um quê de divino em poder, deliberadamente, desrespeitar ou subverter algumas regras / convenções em nome da própria alegria e diversão.

“Quanto riso, ah quanta alegria...“ dizia outro verso de outra marchinha bem conhecida, e eu vejo os risos mas desconfio da quantidade de dentes expostos. Vejo a euforia, mas para mim, parecem mais histeria do que alegria. A indústria do Lazer se apoderou desse evento outrora popular e o desfigurou. Porque? Oras... pessoas espontâneas demais, livres demais, desapegadas e despreocupadas demais não são a tônica de um evento lucrativo.

Foi preciso que a indústria do lazer dissesse onde o
carnaval era “melhor”, mais “agitado”, mais “vivo”, mais “quente” para que nós – os pobres mortais, lembram? – pudéssemos enfim nos divertir a valer durante os quatro dias de esbórnia meticulosamente organizada. E assim passou a ser o mesmo esquema do dia a dia chato e maçante: mais trabalho, o melhor resultado, mais produção, mais diversão, o melhor carnaval, o melhor desfile, o baile mais badalado, a melhor passista, a bunda mais bonita...

O
que eu vou fazer? Felizmente, moro em Curitiba, que se costuma dizer que não tem carnaval, e bem por isso mesmo atrai muitas pessoas que não são fãs do Ziriguidum. Para esses, muitos dos bares e restaurantes manterão atividades normais durante o carnaval, com seus cardápios musicais normais, oferecendo uma excelente oportunidade de aproveitar a tranqüilidade reinante.

Além disso, é possível andar de bike pelas
ruas sem ser incomodado pelos carros (está provado que carros atrapalham o trânsito).
ISSO é um espetáculo! E não troco isso por nenhuma Claudia Leite ou Daniela Mercury.


Ah, sim... ia esquecendo: ziriguidum para vocês também!


1 - Não tenho TV em casa há cerca de oito anos, e quando ouço rádio mas tiro o volume durante os comerciais.
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